quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

- nada é como pensamos

Gostar não é "amar"
Curtir não é "namorar"
Foi mal não é "desculpa"
Talvez não é "sim"
Valeu não é " obrigado"
Palavras não são "atitudes"
Também não é "Amo-te"

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

- fica comigo...

"Ele: Estamos nos envolvendo muito rápido, isso é errado.
Ela: Eu sei, mas não pude evitar. O que quer que eu faça?
Ele: Nada. Só fica comigo."

domingo, 26 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

- vida

"A vida tem me ensinado, ao longo da jornada, que as palavras muitas vezes mentem.
Os olhos, geralmente, não desmentem o que diz o coração."

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

- boneca

Gostava de ser boneca, assim, se alguém me pegasse, não magoaria os meus sentimentos.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

sábado, 18 de fevereiro de 2012

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

- não subestime os outros

"Não subestime os outros, nem os idolatre demais. Seja educada, mas não certinha. Não minta, nem conte toda a verdade. Dance sozinha quando ninguém estiver olhando. Divirta-se enquanto seu lobo não vem."

Martha Medeiros

domingo, 5 de fevereiro de 2012

- misturas

Mas não se esqueça: Assim como não se deve misturar bebidas, misturar pessoas também pode dar ressaca.

Martha Medeiros

sábado, 4 de fevereiro de 2012

- saudade .

"Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche."

Martha Medeiros

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

- 'amo-te'

Eram dois jovens apaixonados, pelo menos ela achava que sim. Estiveram juntos,
passaram bons momentos, mas após um certo tempo juntos, cada um acabou por seguir a
sua vida. Motivos ‘fortes’ ditaram o fim desse relacionamento. Porém, nem um nem outro
se esqueceu do que viveu e do sentimento que nutria pelo outro.
Tudo isto começou porque ela reparou nele e meteu naquela cabeça que teria de o
conhecer pessoalmente. Custou mas conseguiu. Até hoje, foi a única pessoa que conquistou
com muito custo, porque normalmente ela não se dá a esse trabalho. Não vai procurar nada,
 espera sim que a procurem. Mas aquela paixão foi assim. Talvez por isso, tão marcante.
A primeira vez que se encontraram foi especial. Pareciam dois miúdos apaixonados, e eram.
 Era tão lindo o que estavam a viver.
Assim, passaram meses e foram mantendo o contacto, todas as vezes que podiam iam
aproveitando para estarem juntos, embora não fosse de todo possível manterem um
relacionamento sério, como se calhar queriam.
As vidas diferentes, a distância, as vidas sociais que ambos tinham provocavam alguns
atritos, por vezes até falta de confiança. Mas isso não significa que o sentimento mudasse,
isso apenas mostrava o quanto gostavam realmente um do outro.
Ele namorou algum tempo com uma rapariga, de quem parecia gostar muito por sinal. Contudo,
 quando o relacionamento estava quase a acabar ele voltou a falar com a sua ‘amada’.
E voltou a renascer aquela chama da paixão, que nunca se apagou na minha opinião.
O problema é que ela não conseguia estar cem por cento confiante em relação a ele, não por
falta de confiança no sentimento, mas sim porque ele era muito namoradeiro e embora
mostrasse que gostava, ficava sempre uma determinada dúvida no ar.
Destas vezes que estavam juntos, ele dizia-lhe “tu és a mulher da minha vida”, e ela
questionava-o “será que sou?”, e a resposta dele era sempre a mesma “claro que és, tens
dúvidas? Se não fosses não estaria contigo sempre que posso. Estás longe, mas eu gosto de ti.
 Queria-te era sempre aqui comigo”. Ela ficava contente com as palavras dele naquele
momento, só que depois o receio vinha sempre à tona. Será que estaria mesmo a dizer a
verdade?
Passearam, tomaram café, comeram um gelado a dois e sujaram-se todos, foram regar a relva
de casa dele, e molharam-se na brincadeira. A água escorria pela cara dela, estava com a
 t-shirt e os calções molhados, o cabelo encharcado, mas foi dos momentos mais divertido
s que passaram recentemente. Riram bastante e ele ofereceu-lhe outra camisola para ela
não ficar doente, e ainda lhe foi secar um pouco o cabelo. Foi uma ternura da parte dele.
E são esses momentos que ela hoje recorda com imensa saudade, e também tristeza porque
tem pena que isto não aconteça todos os dias da sua vida. Ele é o amor da vida dela sem
dúvida, e acredito que ela também seja bastante importante para ele. Estavam realmente
felizes e aquela felicidade estava estampada no rosto dos dois. Quando ele lhe passava a sua
mão pelo rosto, ela sentia-se segura, e tudo parava naquele momento. Era impressionante
 como um simples gesto transmite tanto para uma pessoa.
Agora que vai sair do país, vai ser complicado para ela. Os amigos pensavam que ela já teria
superado o afastamento, pois até tinha namorado, apesar de aquele coração bater forte
pelo seu grande amor, mas mesmo assim ela fazia de tudo para manter uma boa relação.
Contudo este acontecimento mostrou que embora tenha tentado, o resultado não foi positivo
 como pensavam. Foi-se abaixo, chorou, não dormiu nada na noite em que soube da notícia de
 que ele ia partir. A cara dela era uma tristeza que só visto,  no dia a seguir mais parecia a
morte em pé, tinha olhos de quem tinha chorado imenso na noite anterior e de quem tinha
dormido muito pouco.
Acabou por lhe enviar uma msg porque se queria ‘despedir’ pelo menos. Custou tanto escrever
aquelas palavras, foram poucas mas dolorosas para ela. As saudades vão apertar, o que irá ser
dela sem o ver, já não precisava de estar com ele a toda a hora, vê-lo era o suficiente para
ela ficar com um sorriso naquela cara, que normalmente era uma alegria autêntica.
A menina doce, sempre de sorriso de orelha a orelha deu lugar a uma miúda mais triste,
com uma fragilidade emocional enorme. Os seus olhos eram constantemente invadidos por
lágrimas, não conseguia evitar. Os amigos iriam ser o seu grande apoio, pois ela não quereria
saber de nada à sua volta. Aquilo que queria estava a fugir-lhe das mãos sem ela ter dado
conta. E tudo isto porquê? Porque tinha tomado uma decisão, a decisão de se afastar do
 grande amor da sua vida após os momentos fantásticos que tinham passado. A razão que a
levou a fazer tal coisa foi o facto de estar cansada de ser deixada para “segundo-plano”
. Esta expressão não será a mais correcta, porque ele queria estar sempre com ela. O que aqui
está em causa é que quando não estavam juntos, ele esquecia-se da miúda que chamava o amor
 da sua vida. Era isto que a entristecia.
 E então ela decidiu afastar-se dele, tentou pelo menos. Não porque não o amasse, o problema
 era justamente esse. Ela amava-o, e amava-o muito. Ainda o ama hoje, sempre amará.
 (Tenta acreditar que não, mas é em vão. Os amores, ou melhor, os grandes amores não acabam
 assim. Logo, este não acabou, poderá ter muito a dar.)
Agora, o amor está assim… sem definição. Será que vai esperar por ele? Ou não? Talvez sim.


RAFAELA MARQUES


Uma última palavra: “AMO-TE muito amor da minha vida”

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

- esquecer ?

IMPOSSÍVEL ESQUECER !  ♥
porque não quero e porque não consigo .


LY , forever