Ela - Devíamos ter mais opções de escolha.
Ele - Como assim?
Ela - Escolher de quem gostar, por exemplo...
Ele - Isso não dá.
Ela - E se desse, o que você faria?
Ele - Ainda assim escolheria você.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
sábado, 26 de novembro de 2011
'Se discutes com um rapaz, é porque pensas que tens sempre razão. Se ficas calada, é porque não te importas. Se lhe ligas és colas, se ele te liga é querido. Se não amas, ele tenta conquistar-te. Se o amas, ele não quer saber. Se não vais para a cama com ele és demasiado púdica. Se vais, és facil. Se lhe contas os teus segredos acha-te dramática. Se não lhe contas, não confias nele. Se tiveres uma conversa séria com ele é porque queres discutir. Se ele tiver contigo é porque “se importa”. Se quebras uma promessa, nunca mais confia em ti. Se ele quebra, é porque teve mesmo que ser. Se o trais, ele acaba. Se ele te trai, acha que merece pelo menos uma segunda chance. Os rapazes bebem para esquecer as raparigas, as raparigas bebem para pensar naquele rapaz e quando estão bebadas só falam nele. Quando os rapazes estão apaixonados ficam podres, as raparigas ficam giras. Os rapazes podem esquecer mas não perdoar, as raparigas podem perdoar mas não esquecer. Quando um rapaz está de coração partido, tenta esquecer isso saindo com outra rapariga, quando uma rapariga está de coração partido tenta encontarar as características do rapaz que gosta em outros rapazes. Os rapazes querem ser o primeiro amor, as raparigas querem ser o último.'
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
(...) Eu nunca vou entender porque a gente continua voltando pra casa querendo ser de alguém, ainda que a gente esteja um ao lado do outro. Eu nunca vou entender porque você é exatamente o que eu quero, eu sou exatamente o que você quer, mas as nossas exatidões não funcionam numa conta de mais...
Mas aí, daqui uns dias.... você vai me ligar. Querendo tomar aquele café de sempre, querendo me esconder como sempre, querendo me amar só enquanto você pode vulgarizar esse amor. Me querendo no escuro. E eu vou topar. Não porque seja uma idiota, não me dê valor ou não tenha nada melhor pra fazer. Apenas porque você me lembra o mistério da vida. Simplesmente porque é assim que a gente faz com a nossa própria existência: não entendemos nada, mas continuamos insistindo."
Tati BernardiMas aí, daqui uns dias.... você vai me ligar. Querendo tomar aquele café de sempre, querendo me esconder como sempre, querendo me amar só enquanto você pode vulgarizar esse amor. Me querendo no escuro. E eu vou topar. Não porque seja uma idiota, não me dê valor ou não tenha nada melhor pra fazer. Apenas porque você me lembra o mistério da vida. Simplesmente porque é assim que a gente faz com a nossa própria existência: não entendemos nada, mas continuamos insistindo."
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
"O médico então perguntou-lhe:
- Por que a pressa?
E ele respondeu:
- Todos os dias neste horário vou visitar minha esposa que está num asilo.
E o médico comentou:
- Que bom! Então vocês matam as saudades, conversam, namoram um pouquinho!
E o velhinho diz:
- Não! Ela já não me reconhece muito bem, por causa da sua doença.
O médico surpreso então pergunta:
- Mas então por quetanta pressa para vê-la, já que não o reconhece mais?
E com um sorriso no rosto, o velhinho responde:
- Mas eu reconheço-a! Eu sei quem ela é e o que representa na minha vida à tantos anos. Por isso todos os dias eu a reconquisto, como se cada conquista fosse única e verdadeira. Este é o verdadeiro amor!”
- Por que a pressa?
E ele respondeu:
- Todos os dias neste horário vou visitar minha esposa que está num asilo.
E o médico comentou:
- Que bom! Então vocês matam as saudades, conversam, namoram um pouquinho!
E o velhinho diz:
- Não! Ela já não me reconhece muito bem, por causa da sua doença.
O médico surpreso então pergunta:
- Mas então por quetanta pressa para vê-la, já que não o reconhece mais?
E com um sorriso no rosto, o velhinho responde:
- Mas eu reconheço-a! Eu sei quem ela é e o que representa na minha vida à tantos anos. Por isso todos os dias eu a reconquisto, como se cada conquista fosse única e verdadeira. Este é o verdadeiro amor!”
terça-feira, 22 de novembro de 2011
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
"Vem cá. Me dá aqui a sua mão. Coloca sobre meu peito. Agora escute. Olha o tumtumtum. Você pode me ouvir? É pra você, seu besta! É por você que meu coração bate! (Ele, que de tanto bater, parou sem querer outro dia). Posso confessar? Jura que vai acreditar em mim? A verdade é que estou de saco cheio de histórias românticas. Meus casos de amor já não têm a menor graça. Será que você me entende? Eu não escrevo porque vivo amores cinematográficos e quero contar pro mundo. Não!! Eu escrevo porque eu sou uma maluca. Minha vida é real demais. Um filme B pra ser mais exata. E eu não acho graça em amores sem final feliz. Por isso, invento. Pro sangue correr pelas veias, pra lágrima cair dos olhos, pra adrenalina sacudir o corpo. Eu invento amores pra ver se eu acredito em mim. (Acredita?). Mas hoje eu estou cansada. Estou cansada de mentiras, de realidade, de telefone mudo e de músicas sem letra.(...)
(...)Me deixa ser egoísta. Me deixa fazer você entender que eu gosto de mim e quero ser preservada. Me deixa de fora de suas mentiras e dessa conversa fiada. Eu sou uma espécie quase em extinção: eu acredito nas pessoas. E eu quase acredito em você. Não precisa gostar de mim se não quiser. Mas não me faça acreditar que é amor, caso seja apenas derivado. Não me diga nada. (Ou me diga tudo). Não me olhe assim, você diz tanta coisa com um olhar. E olhar mente, eu sei! E eu sei por que aprendi. Também sei mentir das formas mais perversas e doces possíveis. (Sabia?) Mas meu coração está rouco agora. GRAVE! Você percebe? Escuta só como ele bate. O tumtumtum não é mais o mesmo. Não quero dizer que o tempo passou, que você passou, que a ilusão acabou, apesar de tudo ser um pouco verdade. O problema não é esse. Eu não me contento com pouco. (Não mais). Eu tenho MUITO dentro de mim e não estou a fim de dar sem receber nada em troca. Essa coisa bonita de dar sem receber funciona muito bem em rezas, histórias de santos e demais evoluídos do planeta. Mas eu não moro em igreja, não sou santa, não evoluí até esse ponto e só vou te dar se você me der também."
(...)Me deixa ser egoísta. Me deixa fazer você entender que eu gosto de mim e quero ser preservada. Me deixa de fora de suas mentiras e dessa conversa fiada. Eu sou uma espécie quase em extinção: eu acredito nas pessoas. E eu quase acredito em você. Não precisa gostar de mim se não quiser. Mas não me faça acreditar que é amor, caso seja apenas derivado. Não me diga nada. (Ou me diga tudo). Não me olhe assim, você diz tanta coisa com um olhar. E olhar mente, eu sei! E eu sei por que aprendi. Também sei mentir das formas mais perversas e doces possíveis. (Sabia?) Mas meu coração está rouco agora. GRAVE! Você percebe? Escuta só como ele bate. O tumtumtum não é mais o mesmo. Não quero dizer que o tempo passou, que você passou, que a ilusão acabou, apesar de tudo ser um pouco verdade. O problema não é esse. Eu não me contento com pouco. (Não mais). Eu tenho MUITO dentro de mim e não estou a fim de dar sem receber nada em troca. Essa coisa bonita de dar sem receber funciona muito bem em rezas, histórias de santos e demais evoluídos do planeta. Mas eu não moro em igreja, não sou santa, não evoluí até esse ponto e só vou te dar se você me der também."
Fernanda Mello
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
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